Tenho dentro de mim a natureza e a cidade

Olá!

Tive a felicidade de vivenciar a natureza e os animais de uma maneira bem próxima e genuína. Essas experiências me ajudaram a permanecer conectada com os meus valores e essência e a enxergar a simplicidade da vida. A força do cavalo e a energia das pedras e das plantas são tônicos incríveis para a minha personalidade.

Acredito que estar exclusivamente entre os arranha-céus e o asfalto exige uma recarga de energia periódica, assim como estar no meio do mato também pede uma certa dose de civilização. Não precisamos renunciar a nenhum e nem outro, porque no final, essa mistura de oposições é o que nos equilibra.

Assim, quando estou na cidade, gosto de trazer comigo um pedacinho da natureza. Geralmente me utilizo de tecidos com fibras naturais (algodão e viscose) e acessórios com materiais como pedras, madeira e couro (de preferência o vegetal). Também me cerco de ervas medicinais, que estão distribuídas ao longo dos ambientes da casa onde moro.

No mato, aproveito a energia elétrica para contemplar as árvores iluminadas do bosque, fazer uma boa comida e ouvir uma música animada ou relaxante, de acordo com o contexto. A civilização também nos fornece meios que nos ajudam a lidar com a terra como as ferramentas de jardim, as roupas e calçados adequados que nos protegem de certas ameaças como o veneno de alguns animais.

Ainda bem que aonde estiver, tenho dentro de mim a natureza e a cidade. Isso já faz parte da minha identidade e me traz certa sanidade.

Com carinho,

Julia Bello

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fonte da imagem: feixe acessórios

Equilíbrio perfeito entre natureza e cidade em um colar contemporâneo da Feixe Acessórios.

Meus cuidados pessoais

Olá!

Hoje quero falar um pouco sobre os cuidados que tenho tido com a minha aparência. Desde sempre me preocupo com esse assunto e depois que comecei a trabalhar como consultora de imagem há uns 10 anos, essa atenção cresceu. Estar bem apresentável passou a fazer parte do meu cartão de visitas. No entanto, decidi que essa imagem trabalha a meu favor e não pretendo ser a sua escrava.

A cada dia que passa me sinto mais à vontade para ter uma imagem bonita, mas natural. Isso não quer dizer que ande mal arrumada! No entanto tenho me permitido certas liberdades como não ter que fazer as unhas todas as semanas ou pentear os cabelos todos os dias. Praticamente aboli o salto alto da minha vida, alguns sapatos estão mofando no guarda-roupa.

Continuo limpando e hidratando pele e cabelos, os quais corto e faço mechas de tempos em tempos. Uso maquiagem leve no dia-a-dia, afinal, sou mulherzinha, né? Preocupo-me com os alimentos que como, com a quantidade de água que ingiro e em fazer atividade física com maior frequência. De vez em quando me permito o luxo de comprar alguma roupa nova, o que acontece umas duas vezes por ano, geralmente antes do verão e do inverno.

Outro hábito que contraí foi o de usar roupas feitas em jeans. Essa não é uma escolha tão superficial ou aleatória, quanto alguns acreditam. Não é só porque está em alta o look jeans total. Até as décadas de 50 e 60 era considerado material para roupas de operários e depois, passou a ser usado pelos jovens que queriam transgredir as regras ao criar a sua própria moda: estilosa e acessível.

O bacana é que o jeans não foi um costume passageiro, virou sinônimo de juventude, praticidade e sensualidade. Veste todas as idades e todos os bolsos. Aliás, faz um bom tempo que é “uniforme” da minha mãe  e todo mundo sempre achou que ela é mais nova do que na verdade é. Estratégia ou não, agora que estou perto dos 40 anos, estou com fixação pelo jeans: tenho calça, saia, blusa, colete, jaqueta, casaco, sandália, colar… Só não adotei ainda essa onda dos rasgados porque prefiro investir em algo mais atemporal.

Com carinho,

Julia

JEANS

Minhas inspirações em jeans (fonte das imagens: Pinterest)