A Invisibilidade da Maturidade

Olá!

Em praticamente todos os conteúdos que leio sobre a maturidade se fala da tal invisibilidade que principalmente as mulheres adquirem ao atingir certa experiência de vida. Falta uma linguagem que as represente, que entenda os seus gostos e necessidades. A publicidade, a moda, a beleza, a medicina, as empresas e a educação são algumas das áreas que necessitam atualizar a forma de lidar com esse público.

O livro “A Revolução das Sete Mulheres” mostra depoimentos de mulheres que se incomodam por serem mostradas a partir de estereótipos. Não se sentem como as idosas de antigamente, são vaidosas, produtivas e sociáveis. Acima de tudo, querem preservar a sua individualidade e a liberdade de escolha.

Fogem dos tem que vestir roupas sóbrias, tem que usar cabelos curtos, tem que pintar os cabelos ou tem que frequentar um mundo reservado para a terceira idade. A paixão, seja por elas mesmas, outra pessoa ou um novo projeto faz com que mantenham a chama da vaidade acesa.

Dentro desse panorama, para mim se torna interessante voltar o meu olhar para o universo de minha mãe. Posso afirmar que viveu fora dos padrões convencionais e buscou a sua autenticidade. Mesmo hoje, com as limitações que o Alzheimer lhe trouxe, conserva a sua personalidade. Quer escolher as suas roupas, acessórios, comida e programa de televisão. Usa maquiagem todos os dias.

Percebo que ela entrou para outra categoria de invisíveis, que é a dos doentes sem “cura”. No entanto, quem convive com ela, vê que ali também não existe regra, cada caso é um caso. Hoje mesmo, ao conversar sobre o seu estado de saúde ouvi a seguinte frase: engraçado, era para ela estar piorando, mas está melhorando. Raramente vejo o Alzheimer ser representado com essa vitalidade.

Com carinho,

Julia

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fonte da imagem: site linguagem do coração

A Lavanda como caminho

Bom dia!

O texto de hoje é uma dica de um livro que acabei de comprar, ele se chama: “A Lavanda como Caminho”.

Faz um tempo que queria comprá-lo porque a lavanda é uma planta que me atrai muito. O seu aroma é intenso, mas me traz a sensação de estar em casa, de conforto.

Com o tempo descobri que era um poderoso calmante natural, ajudando em questões como ansiedade e insônia, além de limpar o ambiente de energias negativas. Tenho usado com frequência.

A lista de propriedades é grande, dizem que a lavanda é um dos óleos essenciais de maior versatilidade.

Para quem quer começar a entender sobre as funções curativas dos óleos essenciais esse livro é uma boa pedida.

O meu sonho atualmente, é poder visitar um campo de lavandas. Já imaginou que maravilha deve ser?

Com carinho,

Julia

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fonte da imagem: site das lojas americanas

Terapia do Riso

Olá!

Quando pequena, aqui em casa praticávamos a terapia do riso. Quem nos via de longe devia achar que éramos uma família de loucos, rindo sem parar. Por alguns anos o meu pai e a minha mãe conduziam essas sessões de bom humor. Muitas vezes ria sem compromisso, também junto aos amigos. Lembro-me de rir até não aguentar mais.

No entanto, com a idade percebi que as risadas ficaram cada vez mais escassas. Na escola já fui expulsa de sala de aula por excesso de riso. Aprendi a ser uma pessoa mais séria. Na adolescência várias pessoas achavam que eu era metida, porque pouco sorria. Com vinte e muitos anos, uma professora me disse que eu devia sorrir mais. Nunca mais me esqueci deste conselho e tenho aplicado desde então.

Sempre que posso sorrio para as pessoas, mesmo para aquelas que eu nunca vi na vida. Geralmente recebo o mesmo sorriso em troca. Uma das partes mais difíceis é conseguir cultivar o bom humor em situações de estresse. Dar gargalhadas é outra dificuldade!

Hoje é a minha mãe quem mais pratica a terapia do riso no nosso dia a dia. Ri de tudo. Riso inocente, brincalhão, coisa de criança! Tento aprender com ela. Dizem que o sorriso verdadeiro libera uma grande quantidade de endorfina e adrenalina e que tem até o poder de ajudar a curar doenças. Não é bobagem não! Mas não vale se for sorriso falso que pode fazer mal: para você e para os outros!

Que tal rir com mais frequência? Aliás, o que te faz sorrir? E dar gargalhadas?

Com carinho,

Julia

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fonte da imagem: pinterest

Mais equilíbrio, Mais energia!

Olá!

Na semana passada comentei aqui sobre o livro A Arte da Felicidade, que é um material que me motiva enormemente a me tornar uma pessoa melhor. Hoje quero compartilhar a minha experiência com outra ferramenta que tem me ajudado a me manter mais equilibrada e com mais energia, o nome dela é Reiki.

É uma palavra de origem japonesa que é usada para descrever processos de cura que se utilizam de energia ou força vital. Esse método consiste na imposição de mãos nos pontos de energia do nosso corpo que são chamados de chakras e busca o seu realinhamento. Os efeitos desse trabalho são variados e vão desde a redução do stress e o equilíbrio das emoções até a aceleração dos processos biológicos de cura.

De acordo com o Portal da Saúde do SUS, o Reiki já é reconhecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que estimula os países a inserir esta atividade em seus sistemas de saúde. No Brasil foi aceito pelo SUS como prática integrativa e complementar. Isso significa que ele não substitui os tratamentos convencionais, mas pode potencializá-los.

Há muitos anos a minha mãe se iniciou nesta técnica de cura e a utilizou em  inúmeros momentos em que não me sentia bem. Não sabia ao certo o que era o Reiki, apenas pedia a ela que o aplicasse no local onde eu experimentava uma dor ou desconforto. Sentia o calorzinho da sua mão próxima ao meu corpo e dali a um tempo começava a melhorar.

Fiz algumas formações dentro do Reiki e busco realizar sessões regulares, apesar da correria do dia a dia. É um hábito que quero manter para a minha vida, junto com a inalação de óleos essenciais. Um casamento perfeito para uma harmonização entre corpo, mente e espírito.

Com carinho,

Julia

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fonte da imagem: reiki west sussex